País de Origem |
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O Kuvasz
Os antepassados que deram origem à raça são os Mastim do Tibet.
Percebe-se pela origem do nome, a nobreza e valor não só em espécie, do animal: Kawasz, em turco, representa “Guarda Armada dos Nobres” e Kaurvasz, “Arqueiro”, em árabe.
Na época, só a alta realeza podia possuir um exemplar. Com o passar do tempo, os camponeses tiveram também acesso ao Kuvasz e passaram a utilizá-lo na guarda e defesa de ovelhas e gados. A raça foi introduzida na Hungria por turcos e quase desapareceu durante a Segunda Guerra, quando muitos exemplares foram fuzilados pelas tropas alemãs que atravessavam o país. Como guardavam as grandes propriedades, seus donos e os rebanhos eram os primeiros a serem eliminados pelas tropas invasoras. Apesar do grande porte, o Kuvasz pode ser um bom companheiro, principalmente por apresentar um alto instinto protetor.
Além disso, é inteligente e aprende com muita facilidade. Um filhote com apenas sete semanas já é capaz de aprender alguns comandos tão eficazmente quanto um adulto. Normalmente, mantém uma relação muito forte com o dono e, em especial, com as crianças
Muito se fala, sobre a origem do KUVASZ, mas muito pouco sobre o seu país.
Que tal saber-mos um pouco mais sobre o seu local de origem?!...
INFORMAÇÕES GERAIS:
área: 93,030 km²
capital: Budapeste
população: 10.106.017 milhões
nome oficial : República da Hungria
nacionalidade:húngaro
Idioma oficial: húngaro
Localização:
Hungria esta situada no centro da Europa na Bacia do Danúbio, conhecida também como Bacia dos Cárpatos. Tem 93.030 Km. quadrados e limita ao norte com Eslováquia, ao noroeste com Ucrânia, ao leste com Romênia, ao sul com Eslovênia, Croácia e Sérvia e ao oeste com Áustria. O território húngaro está composto na maior parte por planícies. O país geograficamente divide-se em três regiões: ao sul e sudeste a Nagy-Alföld (a grande Planície), ao oeste o Dunántúl (o Trasdanúbio), a qual é a região compreendida entre Áustria e o Danúbio, e ao norte o Északi-Középhegység (Montanhas do Norte).
Hungria não tem grandes cadeias montanhosas e a maioria das elevações são suaves colinas, como as Felföld ao norte. No Trasdanúbio encontram-se os montes Bakony, Vértes, Gerecse, Pilis, Mecsek e nas Montanhas do Norte os montes Börzsöny, Mátra e Bükk. Com a exceção de um, a maioria dos montes não supera os 1.000 m de altitude. O pico mais alto é o Kékes com 1.014 m., enquanto que o monte Mecsek, no sul, carateriza-se por ser o centro de um pequeno maciço vulcânico. Entre os rios destaca o Danúbio que percorre o país ao longo de 410 km.
O seu traçado inicia-se em solo húngaro, após fazer parte da fronteira com Eslováquia, descendendo depois em direção oeste-leste para acabar em acentuada volta até Croácia e Sérvia e o Tisza, principal afluente, desembocando no Mar Negro. Outros afluentes do Danúbio que banham o território são o Rába e o Sió. Hungria conta com formosos lagos, o de maior extensão é o Balatón com 600 km. quadrados de superfície e 78 km. de comprimento. Destacam-se, também, o Velence de 27 km. quadrados e o Fertö, com 322 km. quadrados dos quais apenas 82 estão situados no território húngaro.
Dados Físicos: Vegetação, Relevo e Clima
Clima:
O clima continental e moderadamente seco caracteriza-se por Invernos frios e Verões quentes. As mínimas invernais podem chegar aos -5 ºC e durante os meses estivais podem alcançar os 35ºC. As chuvas concentram-se na parte final da Primavera e a neve aparece entre Novembro e Fevereiro
Vegetação:
O território da Hungria é na maior parte uma grande planície, pelo qual a vegetação predominante é a estepa ervosa, embora nas colinas do norte e na região trasdanubiana encontram-se bosques de carvalhos, faias, abetos, álamos e azinheiras.
Relevo:
A paisagem húngara consiste principalmente das planícies planas a onduladas da bacia carpática, com colinas e montanhas baixas no norte, ao longo da fronteira eslovaca (o ponto mais alto é o Kékes, com 1 014 m).
População
Composição étnica: magiares húngaros 90%, ciganos 4%, alemães 3%, sérvios 2%, outros 1% (1996)
Índice de desenvolvimento humano
IDH: 38° posição (2003)
Religiões Predominantes
cristianismo 88,6% (católicos 63,1%, protestantes 25,5%), sem filiação e ateísmo 11,4% (1997).
Principais cidades
Budapeste (1.838.753), Debrecen (205.032), Miskolc (176.629), Szeged (159.133), Pécs (158.607) (1999).
HISTÓRIA
Hungria se escreve Mgyarorszag, o que em húngaro significa "país dos magiares"? Na verdade, as raízes históricas da Hungria estão no povo magiar, que ocupou as margens do Danúbio nos finais do século IX. Antes deles tinham estado os romanos, os germanos, os avaros e o império de Carlos Magno.
No século XII, a Hungria era o principal Estado da Europa central. Após a grande invasão mongol, a Hungria mergulhou num período de instabilidade interna, culminando no desaparecimento da dinastia régia Arpad, em 1301. A partir desta data, a Hungria passou a ser dominada pela casa real de Nápoles e, após as invasões dos turcos otomanos iniciadas no século XIV, a Hungria foi dividida, em 1568, em três partes: uma faixa estreita a ocidente passou para o domínio dos Habsburgos da Áustria; a leste, a Transilvânia ganhou o estatuto de autonomia sob a soberania dos turcos; e a parte central passou para o domínio directo dos turcos.
Revolução de 1848 e Guerras Mundiais
Em 1848 ocorre uma revolução liderada por intelectuais húngaros com o objectivo de obter a independência da Hungria. Na sequência desta revolução formou-se em 1867 o império austro-húngaro, sob o qual a Hungria gozou de maior independência interna. Este império dissolveu-se com o fim da Primeira Guerra Mundial - durante a qual manteve uma aliança com a Alemanha -, sendo o território húngaro dividido, sob o Tratado de Trianon (4 de Junho de 1920) entre a Roménia, a Checoslováquia, a Jugoslávia, a Áustria, a Polónia e a Itália, ficando a Hungria com praticamente a área que possui atualmente.
Este desmembramento foi acompanhado por um período de grande instabilidade. Tal facto esteve na origem da aliança entre a Hungria e a Alemanha de Hitler, através da qual surgiu a oportunidade de recuperar as áreas perdidas. No entanto, a União Soviética revelou-se mais forte na II Guerra Mundial, fazendo retroceder gradualmente as forças germano-húngaras até as expulsarem da Hungria em 4 de Abril de 1945. A partir de então, a presença das forças soviéticas abriu caminho à implantação de um regime comunista, numa primeira fase de uma forma discreta, tornando-se depois mais concreta e efectiva em 1949.
Queda do Muro de Berlim
Com o fim do comunismo na União Soviética e o seu consequente desmembramento em 1989, a Hungria aproveitou a oportunidade para se libertar daquela ideologia, iniciando um processo de democratização fundamentado na revisão da Constituição, na qual se estabeleceu a divisão dos poderes, a implantação de um sistema político multipartidário e o consequente abandono do termo "popular" na designação do país. Deu-se então início à execução de reformas económicas com vista a aproximar a Hungria dos níveis de vida dos países da Europa ocidental.
Em 12 de abril de 2003, a Hungria aprovou a adesão à União Européia, por meio de um referendum popular. Dos 45% de votantes do eleitorado, 83% aprovaram a adesão. A entrada da Hungria na EU ocorreu em 1º de maio de 2004.
POLÍTICA
Governo: República parlamentarista.
Tipo de estrutura político-legislativa: Unicameral - Assembléia Nacional, com 386 membros eleitos por voto direto para mandato de 4 anos.
Dados atuais sobre a política do país: Presidente: László Sólyom
Principais figuras políticas: Ferenc Gyurcsány (Pápa, 4 de junho de 1961) é um político membro do Partido Socialista Húngaro (MSzP), foi eleito primeiro-ministro da Hungria pelo parlamento em 29 de agosto de 2004.
HUNGRIA - POPULAÇÃO E COSTUMES
Os húngaros são um povo realmente encantador. Gostam de receber turistas, conhece-los e tratá-los com carinho. Quando chega-se a Hungria logo se percebe que não há nenhum problema para conhecer gente, pois este povo se abre facilmente, outorgando todo tipo de facilidades à hora de ajudar a um estrangeiro, tanto se falam o idioma, como não.
As relações entre os próprios húngaros também são cordiais. Os húngaros são muito afetuosos. A família é o núcleo essencial, os anciãos são venerados e as crianças são tratadas com especial consideração e muito afeto.
Os húngaros olham diretamente aos olhos e, sobretudo, sorriem. São muito originais e muito profundos. Suas convicções estão firmemente arraigadas no interior o que não impede o diálogo com os estrangeiros, para conhecer seus costumes, embora sejam muito diferentes. É muito provável que lhe incentivem que lhes contem os costumes do seu país, pois são gente curiosa e com interesses de aprender coisas novas. Além disso, os habitantes da Hungria são muito vitais. Gostam muito da vida e a desfrutam com plenitude, não se conformam passar por ela ou contemplá-la, mas sentem-a intensamente, desfrutando de cada instante. É que Hungria é um país alegre e gostam de divertir-se após ter trabalhado duramente, durante a jornada. Se quizer partilhar com eles esta alegria não tem mais que somar-se a uma das variadas festas populares, que é celebrada no país. A música, o baile, as canções, o vinho e a boa comida estarão presentes, mas o melhor será, sem dúvida, a sua companhia.
