HISTÓRIA DA RAÇA > KUVASZ

Falar de sua origem nos faz viajar a um passado, fascinante em que pode-se sentir nas palavras de sua história, a sua forte personalidade.


Os cães que vieram para a Bacia dos Cárpatos juntamente com os nossos antepassados peregrinos durante o período de migração, eram os guardiões de grande porte e aparência decisiva, os defensores de seus rebanhos. Na região de Fenekpuszta, a lado de Kereszthely foram descobertas ossadas do tempo da conquista que revelaram pertencer aos antepassados do Kuvasz da atualidade.


O Rei Matthias Hunyadi era grande apreciador da raça que era usada durante seu reinado nas caçadas especialmente de lobos e javalis. No século 15 floresceu o comércio de gado, e os enormes gados de rezes cinza Húngaros, iam acompanhados pelos Kuvaszok para as feiras de gado da Europa Ocidental entre outras cidades para Nurberg. O gado percorria 20-25 km por dia e para cuida-lo eram necessários cães incansáveis, sempre vigilantes e corajosos. Os tropeiros nestas feiras não vendiam somente o gado, muitas vezes alguns dos cães também eram vendidos. Assim, é possível que estes espécimes participarão no desenvolvimento de algumas raças similares da Europa Ocidental. O grande reconhecimento do valor da raça foi feita pelo herói Hungaro Miklos Zrinyi que menciona o Kuvasz como sendo a raça de cão que colaborou na perigosa defesa de Sziget.


No seculo 19 com a mudança turbulenta na manutenção de animais, mudaram as responsabilidades do Kuvasz também. Dai em diante estes cães passaram a defender as fazendas e pomares não somente dos lobos, mas também dos assaltantes. Portanto não era recomendável passear pelos pomares e fazendas porque o Kuvasz era impiedoso durante a execução de sua tarefa.


No início do século XX, se despertou o interesse pelo cão pastor Húngaro. Foi então que nasceu o primeiro padrão da raça escrito por Geza Buzzi. Deste momento em diante iniciou-se a criação planejada da raça. Uma vez que depois da I Guerra Mundial a maioria dos Kuvaszok ficaram fora da fronteira, o objetivo principal passou a ser aumentar a quantidade da população. Sob a liderança de Elemer Raisits começa em 1935 a seleção qualitativa, e Csaba Anghi, Lajos Abonyi, e Ivan Muller desenvolvem o padrão da raça. O estoque, ou plantel domestico foi melhorado com a introdução de exemplares trazidos da Transilvânia (Erdely). A primeira Exposição Especializada da raça foi realizada em 1931 no burgo Abauj-Torna (Abauj-Torna Tourament).


A Segunda Guerra Mundial causou uma terrível devastação entre os Kuvaszok. As metralhadoras dos soldados saqueadores eliminavam em primeiro lugar os cães, que caiam vitimas defendendo os donos da casa e seus bens. Por este motivo depois da guerra, a criação qualitativa teve de recomeçar quase do zero. Neste trabalho o papel principal coube a Antal Kovacs, membro de Industria de Tecelagem de La "Gyapjuforgalmi Vallalat" quem fundou o Canil Gyapju que por vários anos produziu exemplares mundialmente famosos. Esta criação rigorosamente seletiva começou no principio dos anos cinquenta com quatro exemplares puros de origem.


Hoje graças ao trabalho de criadores de Kuvasz, a raça não corre perigo de extinção.


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